Fotos de chelsea handler


Conhecimentos sobre o sistema respiratório humano e fotos de chelsea handler as doenças respiratórias.

1º momento: começando a conversa

Cabe ao/a professor/a entregar os chelsea textos para os/as alunos/as e solicitar, em um primeiro momento, que os/as mesmos/as façam uma leitura silenciosa e individual. Caso o/a professor/a não tenha recursos para a impressão dos textos, cabe a ele/a preparar transparências para serem projetadas com retroprojetor para que os/as alunos/as façam a leitura. Em um segundo momento, cada aluno/a pode fazer a leitura até um certo ponto do texto para que todos/as participem. Em um terceiro momento o/a professor/a pode propor uma leitura mais detalhada e em seguida solicitar que os/as alunos/as grifem as palavras desconhecidas.

TEXTO 1

SISTEMA RESPIRATÓRIO

O sistema respiratório humano é constituído por um par de pulmões e por vários órgãos que conduzem o ar para dentro e para fora das cavidades pulmonares. Esses órgãos são as fossas nasais, a boca, a faringe, a laringe, a traquéia, os brônquios, os bronquíolos e os alvéolos, os três últimos localizados nos pulmões.

Fossas nasais: são duas cavidades paralelas que começam nas narinas e terminam na faringe. Elas são separadas uma da outra por uma parede cartilaginosa denominada septo nasal. Em seu interior há outras cavidades chamadas cornetos nasais, que forçam o ar a turbilhonar. Possuem um revestimento dotado de células produtoras de muco e células ciliadas, também presentes nas porções inferiores das vias aéreas, como traquéia, brônquios e porção inicial dos bronquíolos. No teto das fossas nasais existem células sensoriais, responsáveis pelo sentido do olfato. Têm as funções de filtrar, umedecer e aquecer o ar.

Faringe: é um canal comum aos sistemas digestório e respiratório e comunica-se com a boca e com as fossas nasais. O ar inspirado pelas narinas ou pela boca passa necessariamente pela faringe, antes de atingir a laringe.

Laringe: é um tubo sustentado por peças de cartilagem articuladas, situado na parte superior do pescoço, em continuação à faringe. O pomo-de-adão, saliência que aparece no pescoço, faz parte de uma das peças cartilaginosas da laringe.

A entrada da laringe chama-se glote. Acima dela existe uma espécie de “lingueta” de cartilagem denominada epiglote, que funciona como válvula. Quando nos alimentamos, a laringe sobe e sua entrada é fechada pela epiglote. Isso impede que o alimento ingerido penetre nas vias respiratórias.

O epitélio que reveste a laringe apresenta pregas, as cordas vocais, capazes de produzir sons durante a passagem de ar.

Traquéia: é um tubo de aproximadamente 1,5 cm de diâmetro por 10-12 centímetros de comprimento, cujas paredes são reforçadas por anéis cartilaginosos. Bifurca-se na sua região inferior, originando os brônquios, que penetram nos pulmões. Seu epitélio de revestimento muco-ciliar adere partículas de poeira e bactérias presentes em suspensão no ar inalado, que são posteriormente varridas para fora (graças ao movimento dos cílios) e engolidas ou expelidas.

Pulmões: Os pulmões humanos são órgãos esponjosos, com aproximadamente 25 cm de comprimento, sendo envolvidos por uma membrana serosa denominada pleura. Nos pulmões os brônquios ramificam-se profusamente, dando origem a tubos cada vez mais finos, os bronquíolos. O conjunto altamente ramificado de bronquíolos é a árvore brônquica ou árvore respiratória.

Cada bronquíolo termina em pequenas bolsas formadas por células epiteliais achatadas (tecido epitelial pavimentoso) recobertas por capilares sangüíneos, denominadas alvéolos pulmonares.

Diafragma: A base de cada pulmão apóia-se no diafragma, órgão músculo-membranoso que separa o tórax do abdômen, presente apenas em mamíferos, promovendo, juntamente com os músculos intercostais, os movimentos respiratórios.  Localizado logo acima do estômago, o nervo frênico controla os movimentos do diafragma.

Fonte:  acesso feito dia 19/10/2010  

Fonte das Imagens: SÉRIE ATLAS VISUAIS. O corpo Humano. Ed. Ática, 1997.

TEXTO 2

Doenças do Sistema Respiratório

Broncopatias 

Doenças dos brônquios, como a asma, a bronquietasia e a bronquite.

Pneumopatias

Grupo de doenças pulmonares, dentre as quais se destacam a atelectasia, as doenças pulmonares intersticiais, neoplasias pulmonares, tuberculose pulmonar, hipertensão pulmonar, pneumopatias obstrutivas, pneumonia, pneumopatias fúngicas, pneumopatias parasitárias, síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido.

Transtornos respiratórios

São assim designadas as doenças respiratórias em geral ou aquelas que não são uma doença específica. Neste grupo incluem-se a apnéia, síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido, dispnéia, insuficiência respiratória, hiperventilação, etc. A tosse, a rouquidão, a aspiração de mecônio, respiração bucal, laringismo, síndrome do desconforto respiratório do adulto, também são considerados transtornos respiratórios.

Fístula do trato respiratório

Passagem anormal na comunicação entre algum componente do trato respiratório ou entre qualquer parte do sistema respiratório e os órgãos circunvizinhos.

Doenças torácicas: doenças que afetam o tórax.

Transtornos da motilidade ciliar: desordens caracterizadas pelo movimento ciliar anormal no nariz, nas sinuses paranasais, no trato respiratório, entre outras. A síndrome de Kartagener, doenças respiratórias crónicas, a sinusite crônica e a otite crônica constituem manifestações deste tipo de transtornos.

Doenças nasais: doenças do nariz em geral ou não-especificadas. Exemplos de doenças nasais são as neoplasias nasais, doenças dos seios paranasais e a rinite. A epistaxe (derramamento de sangue pelas fossas nasais), a granuloma letal da linha média, a obstrução nasal, as deformidades adquiridas nasais, a rinoscleroma (infecção) e os pólipos nasais (tumores) integram-se também nas doenças nasais.

Hipersensibilidade respiratória: uma forma de hipersensibilidade que afeta o trato respiratório, como acontece com a asma, a febre dos fenos, a alveolite alérgica extrínseca, a aspergilose broncopulmonar alérgica e a rinite alérgica perene.

Infecções respiratórias: infecções do trato respiratório superior. Resultam dessas infecções as seguintes doenças: empiema pleural, complexo da doença respiratória bovina, bronquite, laringite, legionelose (doença do Legionário), pneumopatias fúngicas, pneumopatias parasitárias, pleurisia, pneumonia, rinite, sinusite, tonsilite, tuberculose pleural, tuberculose pulmonar, coqueluche, resfriado comum, influenza, abcesso pulmonar, faringite, rinoscleroma, síndrome respiratório agudo grave, traqueíte (inflamação da traquéia) e tuberculose laríngea.

Doenças da traquéia: incluem neoplasias da traquéia, estenose traqueal (estreitamento patológico da traquéia), traqueíte, traqueobroncomegalia, fístula traqueoesofágica.

Doenças da laringe ou laringopatias: doenças da laringe em geral ou não especificadas, entre as quais se contam a laringite, os distúrbios da voz, o granuloma laríngeo, o edema laríngeo, as neoplasias laríngeas, o laringismo, a laringoestenose, a tuberculose laríngea, a paralisia das cordas vocais. Estas doenças relacionam-se também com as otorrinolaringopatias.

Doenças pleurais: empiema pleural, hemotórax (derrame de sangue no tórax), derrame pleural, neoplasias pleurais, pleurisia e tuberculose pleural, bem como quilotórax (derrame de quilo na cavidade pleural), hemopneumotórax, hidropneumotórax, hidrotórax e pneumotórax.

Anormalidades do sistema respiratório: anormalidades congênitas estruturais do sistema respiratório, como o cisto broncogênico, o sequestro broncopulmonar, a atresia coanal, a malformação adenomatóide, a cística congénita do pulmão, a síndrome de Kartagener, a síndrome de Cimitarra e a traqueobroncomegalia.

Neoplasias do trato respiratório: neoplasias pulmonares, pleurais e nasais.

Fonte:  acesso feito dia 19/10/210 

Fonte:  acesso feito dia 19/10/210 

2º momento: aprendendo e construindo

Nesse momento o/a professor/a pode dividir a sala de aula em grupos de, no máximo, 6 alunos/as, para a elaboração de experimentos sobre o tema em questão. O/a professor/a pode envolver a turma na construção do pulmão educativo pedindo para que os/as alunos/as tragam o material que será necessário para tanto. Caso os/as mesmos/as não tenham condições de trazer o material, será responsabilidade do/a professor/a disponibilizá-lo. Feita a distribuição do material, cabe ao/a professor/a orientar os/as alunos/as no decorrer da atividade.

MATERIAL:

  • 02 balões de borracha pequenos
  • 01 balão de borracha médio
  • 02 pedaços de mangueira finas, sendo um de 5 centímetros (B) e outros de 8 centímetros de comprimento (A)
  • 01 garrafa grande de plástico transparente com tampa
  • Fita adesiva

PROCEDIMENTO:   

A - Cortar a garrafa plástica ao meio (será utilizada apenas a parte de cima da garrafa).

B - Fazer um furo no meio de uma das paredes da mangueira A. Encaixar uma das extremidades da mangueira B nesse furo. Vedar com fita adesiva.

C - Encaixar um balão pequeno em cada extremidade da mangueira A. Vedar com fita adesiva.

D - Fazer, na tampa da garrafa, um furo que permita a passagem da mangueira.

E - Passar a montagem por dentro da garrafa até que a extremidade livre da mangueira B atravesse o furo da tampa. Vedar com fita adesiva.

F - Cortar o balão maior um pouco abaixo do bico. Encaixar a base do balão na parte aberta da garrafa. Prender com fita adesiva.    

OBS: O/a professor/a deve ficar atento com possíveis equívocos, cabendo a ele/a imediatamente interferir e posicionar os/as alunos/as em relação à construção e ao desenvolvimento do experimento. Vale destacar que o experimento pode ser feito no laboratório de Ciências, mas, caso a escola não disponha desse recurso, o/a professor/a pode reunir os grupos e trabalhar com os/as alunos/as nas mesas do pátio ou na quadra esportiva da escola.

Fonte: Oliveira, N. R.; Wykrota, J. L. M.; Thomaz, S. P.; Sousa, V. Ciências: descobrindo o ambiente 5º ano. São Paulo 3º edição, 2008.

3º momento: trabalhando com o experimento

Cabe ao/a professor/a apresentar no quadro as questões abaixo para que os/as alunos/as respondam em grupo (o mesmo grupo da construção do experimento) por escrito em uma folha de caderno ou semelhante e posteriormente façam uma discussão coletiva.

Observando o pulmão educativo

A – O que acontece quando se puxa a borracha que está presa na parte de baixo do modelo? (Aqui o/a professor/a deve escolher um/a aluno/a do grupo para fazê-lo).

B – Soltando a borracha, como ficam os balões dentro do modelo?

C – O que representam as mangueiras de plásticos?

D – E os balões que estão dentro do modelo, o que representam?

Nesse momento, deve-se observar a capacidade de argumentação dos/as alunos/as, a maneira como cada um/a expõe suas idéias, defende os seus argumentos e discute com os/as colegas de sala. O/a professor/a deve ficar atento com possíveis equívocos conceituais, cabendo a ele/a imediatamente interferir e posicionar os/as alunos/as a pensarem nos conceitos mais adequados e ajustados à realidade.

4º momento: navegando no conhecimento

Os recursos utilizados para esse momento da aula são um computador e um projetor multimídia para a exibição dos vídeos selecionados abaixo.

Observação:

Fica a critério do/a professor/a a interrupção parcial dos vídeos para a discussão de algumas cenas. Essa estratégia possivelmente será mais proveitosa se a turma demonstrar, mediante comentários espontâneos, maior interesse em determinadas passagens. Outra possibilidade é a exibição completa do vídeo seguida da discussão.   

Trocas gasosas nos alvéolos pulmonares 

Respiração 

Por que fumar prejudica a saúde? 

Respiração pulmonar

  Sistema respiratório 

5º momento: trabalhando a interdisciplinaridade

Nesse último momento da aula a idéia é abordar o tema em questão na perspectiva da interdisciplinaridade. Cabe ao/a professor/a de Ciências entrar em contato com o/a professor/a de Informática e pedir sua contribuição para que, durante sua aula, seja feita com os/as alunos/as uma consulta ao site da internet sugerido abaixo, por meio da qual os/as alunos/as poderão aprender mais sobre as questões apresentadas anteriormente em sala de aula.

Com isso, os/as alunos/as poderão obter um melhor aproveitamento do conteúdo trabalhado na aula de Ciências, assim como poderão apresentar um bom engajamento na aula de Informática, ficando assim mais informados sobre o tema.

Fonte:  acesso feito dia 19/10/2010 

Nome Tipo Respiração pulmonar Animação/simulação Trocas gasosas nos alvéolos pulmonares Animação/simulação Sistema respiratório Animação/simulação Respiração Animação/simulação Por que fumar prejudica a saúde? Áudio

A avaliação dos/as alunos/as pode ser feita em todos os momentos da aula: durante a leitura do texto, a construção e a execução do experimento e a apresentação de comentários e questionamentos. A avaliação pode ser feita a partir das contribuições individuais ou das contribuições do grupo como um todo, assim como a partir do envolvimento dos/as alunos/as nas atividades solicitadas.  



Related News


Fotos de cazones de herrera veracruz
Fotos de paredes pintadas rusticas
Fotos de casais na praia
Fotos das filhas de giovanna antonelli
Fotos personajes de los simpson
Fotos artistas al desnudo
Fotos de tatuajes de cruces en la espalda
Fotos o imagenes de la revolucion francesa